sábado, 24 de abril de 2010

Talvez

Pelas tuas mãos
o amor se desfez...
Se perdeu na incerteza
de um eterno talvez.

Desistiu das promessas,
padeceu em porquês.
Esqueceu, de repente,
que às vezes
não existe outra vez.

[Curitiba, 27.04.2004 – 17:10]

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